Agilidade
a conta refeita é a mesma conta
O motor de cálculo é determinístico: mesma entrada, mesma saída, sem framework e sem banco no meio. Volume, estufagem, cotação e cronograma podem ser refeitos meses depois e dão o mesmo número — que é o que permite defender uma cotação antiga em vez de refazê-la no escuro.
IA assistida
nenhuma, e aqui isso é requisito
Não há modelo nenhum no caminho do número. Frete, taxa, tributo e prazo são parâmetros declarados e conta feita — e o próprio sistema avisa, na tela, que frete e taxas são estimativas indicativas a confirmar com o armador e que NCM e tributos no destino passam pelo despachante. Um palpite de modelo virando base de oferta ao cliente seria prejuízo com cara de tecnologia.
Responsividade
instalável, e o pátio não tem mesa
PWA que instala no aparelho, com tema claro e escuro. Conferir estufagem e volume acontece de pé, ao lado do contêiner, e não depois, de volta ao escritório, tentando lembrar o que estava escrito no caixote.
Responsabilidade
o histórico do embarque é encadeado, não editável
Cada evento entra num ledger EPCIS encadeado por SHA-256: alterar um evento antigo quebra a corrente de todos os seguintes, e isso aparece. Numa exportação, onde a pergunta costuma ser «quando esse volume foi lacrado, e quem disse isso», registro que se reescreve em silêncio não serve. O acesso é OIDC, com papéis.
Organização
projeto, volume, contêiner, embarque
A hierarquia acompanha o que acontece no galpão: o projeto reúne os painéis, cada painel vira volume com o seu caixote, os volumes entram no contêiner e o contêiner segue no embarque. Numeração pelo padrão do setor em cada nível, para conversar com quem está do outro lado.