Agilidade
a prancha escaneada vira documento procurável
O OCR não passa a régua em tudo: detecta a camada de texto página a página e só processa onde falta, corrige inclinação e orientação, reconhece desenho técnico para não engrossar linha de cota, e fatia prancha acima de ~25 MP com sobreposição antes de deduplicar as palavras. Sai PDF/A pesquisável com miniatura.
IA assistida
propõe em rascunho; aplicar é clique humano, e o banco cobra
A leitura do carimbo e a conferência de comentário atendido escrevem apenas uma sugestão, em estado de proposta. Aplicar exige alguém clicar, e o invariante INV-AI-001 está no PostgreSQL: qualquer outro caminho é recusado pelo banco, não por uma validação de tela. Dezenove testes de red-team tentam furar isso direto no banco — e um defeito real foi achado assim.
Responsividade
o comentário fica onde o problema está
Comentário marcado na folha, não numa planilha paralela que alguém cruza depois. Quem recebe a revisão vê a observação sobre o desenho, e o sistema ainda confere se cada uma foi atendida antes de deixar a revisão seguir.
Responsabilidade
quem pode aprovar não é quem escreveu
Autor, revisor e controlador são papéis separados, e a revisão só avança quando cada um faz a sua parte. Em documento de engenharia a pergunta que aparece no processo é «quem aprovou a revisão que foi para a obra» — e ela tem resposta registrada, com trilha de auditoria.
Organização
lista mestra, revisão, GRD, retorno
A lista mestra é codificada e manda no resto: cada documento tem revisões, cada emissão vira uma GRD numerada, e o retorno do cliente entra como A, B ou C — que é o vocabulário que a disciplina já usa. A revisão seguinte nasce do retorno, em vez de um cadastro novo solto.