Agilidade
decide na passagem da peça, uma vez só
O gatilho existe para isso: a peça é inspecionada uma vez por passagem, não trinta vezes enquanto atravessa o campo de visão. Presença na ROI aprende o fundo com a área vazia e espera a peça assentar; cruzamento de linha atende esteira contínua; e o gatilho externo lê uma marca do CLP — leitura, nunca escrita no campo.
IA assistida
propõe o veredito; a dúvida vira trabalho de gente e rótulo
Ferramenta determinística e modelo treinado trabalham juntos, mas o veredito da máquina é proposta: toda peça na faixa de incerteza vai para a fila de revisão. E o ciclo fecha — cada confirmação humana volta como rótulo para o dataset, então revisar não é retrabalho, é o que treina o modelo seguinte.
Responsividade
se falta câmera industrial, serve a do celular
O sistema aceita RTSP/ONVIF, GigE Vision, USB, arquivo de vídeo — e também a câmera do próprio aparelho, pela página do PWA. Começar a inspecionar não precisa esperar a compra da câmera: precisa de um posto, um programa e um celular.
Responsabilidade
o resultado não se reescreve
Resultados entram numa hypertable append-only com cadeia SHA-256: mexer num resultado antigo quebra a corrente dos seguintes, e isso aparece. Quando o cliente pergunta por que aquele lote passou, a resposta é o registro — com o programa, a versão da receita e quem confirmou.
Organização
programa, estação, peça, revisão
O programa de inspeção é a receita versionada e é o centro: a estação roda um programa de cada vez, com vigência exclusiva na troca de produto, e cada passagem vira uma peça com resultado. O mesmo motor atende peça usinada, alimento, embalagem e seriado — o que muda é o programa, não o sistema.