Agilidade
o áudio não sai da casa para ser processado
Motores rodam no próprio servidor: Kokoro para síntese, faster-whisper para transcrição, e os modelos pesados sobem no perfil de GPU. Quando a biblioteca de um motor não está no worker, o sistema não finge: o trabalho sai marcado como simulado, com selo na tela, em vez de devolver um resultado que parece real.
IA assistida
é o produto — e por isso tem freio escrito
Aqui a IA não é enfeite: ela gera a voz. Por isso dois invariantes vêm antes dela. Voz clonada não fica ativa sem o termo de consentimento do titular, com hash, nome e data. E toda geração sintética leva marca d’água — o worker exige o AudioSeal com motor real para deixar o trabalho passar. Clonar voz sem essas duas regras não é um recurso: é um problema esperando acontecer.
Responsividade
estúdio numa aba, com tema claro e escuro
PWA instalável: ditar, ouvir o resultado e aprovar uma faixa acontece no navegador, inclusive no celular. Os arquivos saem por link assinado e curto da própria API — o balde de armazenamento nunca fica exposto.
Responsabilidade
quem aprova tradução e consentimento é um papel à parte
Administrador, editor, revisor e leitor são papéis distintos, e é o revisor que aprova tradução, consentimento e auditoria. Separar quem gera de quem libera é o mínimo num sistema que produz voz de gente.
Organização
um estúdio, não sete ferramentas soltas
Síntese, clonagem, desenho de voz, transcrição, ditado, dublagem, isolamento e audiolivro compartilham o mesmo acervo de vozes, a mesma fila e o mesmo workspace. O audiolivro pega o texto que a transcrição produziu sem ninguém exportar e reimportar arquivo.