GPLANSIS|GROUP · FORMAÇÃO INDUSTRIAL 18 SEMANAS · 5 ONDAS TURMA 01 · 2026

ONDA

Turma 01 · de R$ 2.200 por R$ 800 no PIX ou 12× de R$ 85,00  →

Fábrica de Software com IA. Cada setor da indústria entra com uma dor e sai com um sistema seu no ar — construído por quem opera o processo.

Ritmo 1× semana · 3 h
Carga 48 h + 16 h de imersão
Turma 12 a 20 pessoas
Entrega sistema em produção
NÃO É SÓ CURSO · SÃO SISTEMAS NO AR

Seis sistemas.
Uma aba. Zero instalação.

Visão computacional que roda no seu celular, planejamento assistido por IA, supervisório industrial, o lakehouse que sustenta os outros, gestão de pessoas e aprendizagem infantil — todos no navegador, sem instalar nada. Em português ou inglês.

Conhecer e testar os sistemas Criar conta grátis
  • iaVisionvisão computacional no navegador
  • PriorIAplanejamento assistido · PT/EN
  • VisionDesksupervisório e Fio Dourado
  • Lakehousebronze, silver e gold
  • Peopleso organograma invertido
  • ÓRBITA Kidsaprender com hora para acabar
O PONTO DE PARTIDA

Usar IA
todo mundo já usa.

O relatório Estado da IA Industrial 2026 aponta 66% das empresas brasileiras usando IA em operações industriais, acima da média global de 61%. Só que apenas 38% chegaram a implementações maduras e em escala.

ONDA existe para atravessar esse vão. O conteúdo não é "como usar o ChatGPT no trabalho": é engenharia de software conduzida por quem conhece o processo, com agentes operando dentro de um ambiente que a própria equipe constrói e governa.

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semanas de calendário, do diagnóstico ao demo day

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ondas, cada uma com sua própria crista de entrega

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de formação, entre encontros e imersões

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setores construindo em paralelo, um sistema cada

MALHA 3D · A ONDA PERFEITA

Uma onda só. Cinco estágios.

O programa inteiro cabe na mesma figura: a energia que se forma longe da praia, ganha altura ao encontrar o fundo, forma crista, fecha o tubo e rebenta. Passe o mouse por um estágio para ver a câmera mudar — e clique para abrir o caderno completo daquela onda.

ESTRUTURA EM ONDAS

Cinco ondas.
Uma crista cada.

Cada onda tem uma base — o que todo mundo constrói — e uma camada avançada, que é onde o programa inova. As duas correm dentro das mesmas 18 semanas, sem estender o calendário.

ONDA 01
S1—S4
FormaçãoComo criar sistemas · método · stack · ferramentas

Base

  • Anatomia de um sistema: entrada, regra, estado, saída, responsável
  • Quando a resposta é planilha, quando é automação e quando é sistema
  • Método dirigido por especificação: a spec como fonte de verdade, versionada com o código
  • Fatiamento vertical e critérios de aceite escritos antes de qualquer linha
  • Definição de stack: linguagem, banco, execução, hospedagem, autenticação
  • Restrições que mandam mais que preferência: política de TI, rede segmentada, dado que não sai da planta
  • Ambiente: terminal, repositório, controle de versão, containers, segredos
CRISTA · Spec v1 versionada, stack decidida com registro de decisão e ambiente rodando na máquina de todos.
ACESSO DO ALUNO · CADERNO DA ONDA 01 · FORMAÇÃO

CAMADA AVANÇADA · A1Ambiente agêntico desde o dia um

  • Repositório já nasce com arquivo de contexto escrito à mão, não gerado pelo modelo
  • Conectores para os sistemas internos: o que é leitura, o que tem efeito, o que exige aprovação humana
  • Comandos padronizados do projeto: um verbo, um efeito, sempre igual
  • Diagnóstico de maturidade do setor: dado disponível, dado sujo, dado inexistente
ONDA 02
S5—S8 + IM-A
ElevaçãoBanco de dados · SQL · API · integrações

Base

  • Do processo às entidades: chaves, cardinalidade, integridade referencial
  • TAG de equipamento como chave de negócio, e o que fazer quando ele muda
  • SQL na prática, migrações versionadas, carga a partir de planilha e ERP
  • Qualidade de dado: duplicidade, unidade trocada, data em formato livre
  • API: contrato, camadas, validação, autenticação, perfis por setor
  • Integrações: ERP, chão de fábrica, arquivo de fornecedor, idempotência, auditoria
  • Imersão A · 8 h: converter o relatório mais caro de produzir à mão em serviço automático
CRISTA · Banco populado com dado real anonimizado, API no ar e uma integração externa funcionando.
ACESSO DO ALUNO · CADERNO DA ONDA 02 · ELEVAÇÃO

CAMADA AVANÇADA · A2Dado preparado para inteligência

  • Série temporal industrial: janela, agregação, lacuna, outlier de sensor
  • Construção de variáveis derivadas que explicam o processo, não só o descrevem
  • Modelo do processo em dados: a base de um gêmeo digital operacional
  • Recuperação sobre a base documental da empresa: normas, memoriais, procedimentos, lições aprendidas
  • Anonimização e mascaramento antes de qualquer dado sair do perímetro
ONDA 03
S9—S11
CristaFront · painéis · modo fullstack · publicação

Base

  • Componentes e estado; tabelas densas com filtro, ordenação e edição em linha
  • Formulários que impedem o erro, com validação espelhada no back-end
  • Os três estados esquecidos: carregando, vazio e erro
  • Sistema de design interno e escolha de gráfico pela pergunta, não pela beleza
  • Acessibilidade prática, impressão e uso em campo pelo celular
  • Modo fullstack: fatia vertical fechada, ambientes, integração contínua, reversão em cinco minutos
CRISTA · Sistema publicado em homologação, com link interno que outra pessoa abre e usa.
ACESSO DO ALUNO · CADERNO DA ONDA 03 · CRISTA

CAMADA AVANÇADA · A3Interface generativa e medição

  • Telas que aceitam pergunta em linguagem natural e devolvem consulta auditável
  • Avaliação sistemática: conjunto de casos de teste para a parte de IA do sistema
  • Regressão de qualidade: como saber que a troca de modelo não piorou nada
  • Telemetria de produto: o que o usuário realmente usa e o que ninguém abriu
ONDA 04
S12—S14 + IM-B
TuboContexto · harness · skills · orquestração

Base

  • Prompt, contexto e harness: três camadas distintas, quase sempre confundidas
  • O que o agente enxerga de fato: instrução, pedido, memória, documento recuperado, resultado de ferramenta
  • Harness: guias que orientam e sensores que verificam, dentro do próprio repositório
  • Separar quem gera de quem valida — o avaliador roda em processo apartado
  • Toda falha repetida vira correção permanente no ambiente, nunca observação verbal
  • Skills: procedimento do setor empacotado com gatilho claro, escopo estreito e critério de verificação
  • Imersão B · 8 h: dois ciclos completos de especificar, gerar, avaliar e corrigir
CRISTA · Repositório com harness ativo, avaliador bloqueando entrega fora do padrão e duas skills publicadas na biblioteca comum.
ACESSO DO ALUNO · CADERNO DA ONDA 04 · TUBO

CAMADA AVANÇADA · A4Multiagente e segurança cognitiva

  • Quando um agente com skills resolve e quando o problema exige orquestração de vários
  • Desenho de fluxo: quem decompõe, quem executa, quem consolida, quem aprova
  • Injeção de prompt por documento e por dado de terceiro: superfície de ataque nova
  • Permissão mínima por ferramenta e aprovação humana obrigatória em ação irreversível
  • Custo por rodada: onde a orquestração multiplica a conta sem multiplicar o resultado
ONDA 05
S15—S16
RebentaçãoProdução · risco · custo · demo day

Base

  • O que muda quando existe gente dependendo do sistema
  • LGPD aplicada: base legal, retenção, o que nunca sai da empresa
  • Segurança básica bem feita: acesso, segredo, dependência desatualizada, exposição de rede
  • Segregação entre rede corporativa e rede industrial
  • Matriz de risco e decisão explícita sobre o que jamais será automático
  • Demo day: 8 minutos por participante, banca de gestores, rubrica e plano de sustentação
CRISTA · Sistema em produção ou com data aprovada, plano de sustentação assinado e backlog corporativo dos próximos seis meses.
ACESSO DO ALUNO · CADERNO DA ONDA 05 · REBENTAÇÃO

CAMADA AVANÇADA · A5Operação cognitiva

  • Observabilidade de agente: registrar decisão, ferramenta usada e motivo da devolução
  • Teto de custo de inferência por sistema, com alerta antes do estouro
  • Plano de degradação: o que o sistema faz quando o modelo cai ou responde mal
  • Escala para a turma seguinte: o que vira padrão da casa e o que morre aqui
MÓDULO AVANÇADO · TRANSVERSAL ÀS CINCO ONDAS

A camada que ninguém ensina em um dia.

Seis blocos avançados encaixados no calendário existente: dois deles ocupam o bloco final de mão na massa da onda, quatro ocupam as imersões. Ninguém precisa de semana extra.

A1 · ONDA 01

Ambiente agêntico

  • Contexto escrito por gente
  • Conectores e permissão mínima
  • Comandos padronizados
  • Diagnóstico de dado do setor
A2 · ONDA 02

Dado para inteligência

  • Série temporal industrial
  • Variáveis derivadas
  • Gêmeo digital de processo
  • Recuperação sobre normas
A3 · ONDA 03

Interface generativa

  • Pergunta natural, consulta auditável
  • Conjunto de casos de teste
  • Regressão ao trocar de modelo
  • Telemetria de uso real
A4 · ONDA 04

Orquestração multiagente

  • Um agente com skills ou vários
  • Decompor, executar, consolidar
  • Injeção de prompt e defesa
  • Custo por rodada
A5 · ONDA 05

Operação cognitiva

  • Observabilidade de decisão
  • Teto de custo com alerta
  • Plano de degradação
  • Padrão que vira da casa
A6 · IMERSÕES

Visão e sinal

  • Inspeção visual assistida
  • Detecção de anomalia em sensor
  • Do alarme à ação registrada
  • Quando não vale a pena usar IA
MÉTODO

Humano dirige. Agente executa. Avaliador devolve.

HumanoEspecifica, decide o que entra em produção e responde pelo resultado. Nunca delega essa parte.
──▶
Agente geradorExecuta dentro dos guias do repositório: padrões, exemplos e comandos definidos pela equipe.
──▶
Agente avaliadorProcesso separado e cético. Aprova ou devolve com motivo. Calibrar ceticismo é mais simples que tornar o gerador crítico de si.

A disciplina migra de lugar: a equipe para de iterar no código e passa a iterar no ambiente. Toda falha que se repete vira correção permanente no repositório — não vira recado no grupo do WhatsApp.

Spec versionadaRegistro de decisãoMigraçõesContrato de APITeste do caminho críticoIntegração contínuaGuias de repositórioSensores automáticosAgente avaliadorBiblioteca de skillsConjunto de avaliaçãoTeto de custoMatriz de riscoPlano de sustentação
OITO SETORES EM PARALELO

Um sistema por setor.

O caso é escolhido na semana 1 e validado pelo gestor antes da semana 2. Nada de exemplo de slide: é o processo que a pessoa opera todo dia.

ENGENHARIA

Listas de materiais e revisões controladas por TAG

PLANEJAMENTO

Avanço físico e curva de progresso por frente

SUPRIMENTOS

Pedido rastreado do requisitado ao recebido

QUALIDADE

Não conformidade com análise de causa assistida

COMERCIAL

Proposta montada a partir de escopo e histórico

FINANCEIRO

Evento financeiro conciliado com a medição

TI / OT

Inventário de ativos e integrações com estado de saúde

PESSOAS

Treinamentos obrigatórios e vencimentos

FORMATO E LOGÍSTICA

Três horas por semana, sempre na mesma ordem.

  • 00:00 · 20MINRevisão das entregas da semana anterior
  • 00:20 · 50MINConceito com demonstração ao vivo
  • 01:10Intervalo
  • 01:20 · 80MINMão na massa no caso do próprio setor — bloco inegociável
  • 02:40 · 20MINFechamento e definição da tarefa assíncrona
  • AGENDAQuinta-feira, 14h às 17h, mais 4 h semanais reservadas para o trabalho assíncrono
  • IMERSÕESDois sábados de 8 h, após as semanas 8 e 14
  • TURMA12 a 20 pessoas, um facilitador a cada quatro no bloco prático
  • PRÉ-REQUISITODomínio do próprio processo. Programação não é exigida
  • INFRARepositório interno, homologação isolada, conta de agente por participante
  • PAPÉISPatrocinador, padrinho de TI, gestor de setor, facilitador técnico
  • CERTIFICAÇÃOPresença mínima de 75% e plano de sustentação assinado
  • META70% da turma com sistema em uso na semana 16
PERGUNTAS DIRETAS

O que costumam perguntar antes de assinar.

Precisa saber programar?
Não. Precisa dominar o próprio processo e estar disposto a escrever, ler e revisar. Quem não entende o problema não escreve uma boa especificação — e sem especificação boa, agente nenhum resolve.
Não vai virar sistema paralelo fora do controle da TI?
É o risco mais real do programa e ele tem contramedida desde a semana 1: padrinho de TI nomeado, repositório interno, homologação isolada, registro obrigatório no inventário a partir da semana 11 e revisão de segurança na semana 15. Sistema sem dono não é certificado.
E se o participante for engolido pela operação no meio do caminho?
Acontece, principalmente a partir da semana 4. Por isso a agenda entra como compromisso de projeto e a cobrança é do patrocinador, não do facilitador. Na semana 8 existe um corte de escopo obrigatório para quem estiver atrasado.
Por que não fazer um intensivo de um ou dois dias?
Porque sistema não nasce em um dia. O valor está na semana entre um encontro e outro, quando a pessoa mexe no próprio sistema com dado real e volta com problema concreto. Um intensivo entrega repertório; ONDA entrega software em produção.
Como se mede o retorno?
Horas úteis liberadas por mês, apuradas no mês 3 e no mês 6; percentual da turma com sistema em uso na semana 16; sistemas ainda vivos seis meses depois; skills reaproveitadas por outro setor; e custo mensal de inferência por sistema contra o teto definido.
A turma pode ser de uma empresa só?
É o formato recomendado. Turma fechada permite usar dado real, processo real e integração com o ERP da casa desde a onda 02. Turmas abertas existem, mas trabalham com base anonimizada e perdem a integração.
TURMA 01 · 2026

Entra a onda.

Diagnóstico gratuito de 90 minutos com o gestor: mapeamos os oito casos candidatos e devolvemos a estimativa de horas liberadas antes de qualquer proposta.

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